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Os atletas mais odiados do mundo

03 Dec | BY Betway Insider | MIN READ TIME |
Os atletas mais odiados do mundo

Estes atletas são a elite da performance em esportes. Mas eles estão longe de serem unanimidade quando o assunto é o amor e o respeito de fãs.

O que atletas como o goleiro Marcos, o quarterback Peyton Manning e o tenista Gustavo Kuerten têm em comum? Todos são multicampeões, claro. Mas eles têm também o amor dos fãs.

Estes 3 atletas, assim como muitos outros, são adorados e respeitados por seus fãs e até por rivais. Não há um corintiano no mundo que odeie São Marcos, apesar de ele ter defendido aquele pênalti do Marcelinho Carioca. Depois de 2002, o nosso Marcão virou patrimônio nacional.

Peyton Manning é simplesmente uma unanimidade entre os fãs de futebol americano quando o assunto é ser um cara legal. Claro, ele não é o único, mas ele continua sendo mesmo depois de vencer 2 Super Bowls e ter um caminhão de recordes.

Guga, então, dispensa comentários. O tenista do amor é queridinho das torcidas no mundo inteiro por seu jeito amável e por ser uma fera dentro da quadra.

Mas há um outro lado no mundo dos atletas. Há aqueles que os torcedores odeiam. E por vários motivos, muitos deles simplesmente competitivos, daqueles que nós odiamos odiar. Outros sempre foram personalidades irritantes e arrogantes, ou mesmo criminosas e acabam merecendo cada pedacinho da raiva que os torcedores sentem por eles.

Estes são os atletas mais odiados de todos os tempos.

10- Tom Brady

É sua esposa supermodelo? Os seis anéis do Super Bowl? E a capacidade dele de usar quase todos os penteados? Não sabemos!

Tom Brady governa o Leste da AFC e a maior parte da NFL, essencialmente desde a segunda temporada em que se tornou o quarterback mais jovem a vencer um Super Bowl. Como qualquer pessoa com um pulso sabe, Brady não parou de vencer aos 40 anos, e esse é o motivo número 1 pelo qual a maioria das pessoas não o suporta.

Claro, há os escândalos como o “deflategate”, mas não apenas as circunstâncias destes escândalos são controversas, mas até mesmo a participação de Brady é altamente questionável.  

Mas fora isso, ele parece ser um cara bem legal, então todo esse ódio só pode ser recalque.

9- Lebron James

O rei (do flop, possivelmente), LeBron James pode jogar em qualquer lugar da quadra. Ele é uma maravilha eterna com um cardápio de habilidades dos mais completos da história da NBA. Agora que tiramos nossos elogios do caminho, podemos dissecar a fraqueza do rei, e há muitas para escolher. Vamos começar com as tendências dele.

Talvez ‘Bron entenda isso por sua afinidade por beber vinho depois dos jogos, talvez ele entenda pelo apelido que, sem dúvida, inflou seu ego. De onde vem, uma coisa é clara: LeBron é o maior reclamão da liga.

Próximo ponto: a incapacidade de LeBron é incapaz de aparecer em momentos importantes e decisivos. Ele costuma desaparecer quando mais importa. O quarto período de um jogo de playoff? Lebron James não está em lugar nenhum da quadra.

Mas, por outro lado, ele venceu três campeonatos e de forma incrível, sendo o grande líder que mostra ser durante a temporada regular, então essas SEIS derrotas em finais da NBA devem ser só erros de percurso. Ou não?

8- Luís Suárez

Suárez não faz parte dessa lista por causa de comemorações malucas de gols. Essa é a única coisa que ele não faz que não é incômodo.

Ele fracassa? Mais do que um peixe fora d’água. Ele morde? Mais do que o cachorro louco do outro lado da rua. As mordidas, inclusive, são indesculpáveis até para seus maiores fãs. Ele é um verdadeiro craque, mas os dentes às vezes aparecem mais do que o futebol.

Porém, a pior parte de suas travessuras inaceitáveis é que ele age como se se machucasse no processo de morder alguém. Ele também é um mestre em cavar faltas e um catimbeiro de primeira, e isso só trabalha contra a sua imagem.

7- Lance Armstrong

Lance Armstrong era um herói americano que (ilegalmente) conquistou sete títulos consecutivos no Tour de France. Após a sétima vitória, Armstrong começou a fazer perguntas sobre como ele poderia ser tão dominante, especialmente depois de sobreviver a um câncer testicular. Inicialmente, Armstrong negou categoricamente o doping, mas a pressão ao seu redor nunca cessou.

Então, seu antigo colega de equipe, Floyd Landis, entrou com uma ação federal como delator, implicando Armstrong mais uma vez. Em 2012, Armstrong teve todos os seus títulos retirados e, em 2013, ele foi ao programa Oprah Winfrey para admitir o uso de esteroides. O que tudo isso significa? O povo americano e os fãs do ciclismo odeiam suas entranhas por mentir, trapacear e arruinar um esporte até então intocado.

6- Tonya Harding

Imagine estar tão desesperado por atenção e por vitórias que contrata um capanga para atacar seu companheiro de equipe com um cano de ferro. O cenário parece bastante estranho, mas, infelizmente, ocorreu em 6 de janeiro de 1994. Harding era claramente a patinadora inferior à sua colega de equipe Nancy Kerrigan, e ela claramente tinha um monte de problemas em sua cabeça.

Para exorcizar esses demônios, Harding contratou um capanga para quebrar as pernas de Kerrigan. Essa jogada repugnante resultou na Associação de Patinação Artística dos EUA a destituindo seu título nos EUA em 1994. O que ela não conseguiu foi ferir Kerrigan o suficiente para impedi-la de patinar nas Olimpíadas e ganhar a medalha de prata.

5- Neymar Jr.

Habilidade? De sobra. Alegria em jogar? Demais! Mas o que dizer de todos os momentos em que Neymar Jr fez seus fãs esconderem a cara de tanta vergonha?

O camisa 10 do PSG e da seleção brasileira tem colecionado polêmicas e momentos que ele adoraria não ter protagonizado.

Desde a Copa de 2018, Neymar tem lutado contra o estigma de cai-cai. E ele tem feito muito pouco nessa luta, já que ele insiste em ter síncopes a cada dividida mais dura ou após qualquer encontrão faltoso.

Aí, o que vem na sequência são entradas realmente dolorosas, das quais não podemos criticar seu show de malabarismo, mas entendemos que ele atrai esse tipo de jogada quando age como uma criança mimada.

Adicione a isso momentos em que o time precisou e ele sumia no gramado ou arrumava um pretexto para não estar em campo, sua briga com o PSG para forçar uma saída do clube no verão europeu de 2019 e algumas polêmicas extracampo, e você tem a receita perfeita para ser um vilão dos mais detestáveis.

4- Antonio Brown

O astro da NFL, agora um ex-jogador de futebol americano, conseguiu a má fama em poucos meses.

Depois de muitos anos nos Steelers, Brown saiu pela porta dos fundos, brigando com o quarterback, o técnido e mais uma dúzia de companheiros e dirigentes. Ele foi trocado para o Oakland Raiders a preço de banana, dada a qualidade que ele comprovadamente possui.

Porém, deste momento em diante, começou um show de horrores que culminou no fim compulsório da carreira de Brown.

Após chegar aos Raiders, Brown arrumou problemas por conta de seu capacete, que passaria a ser um modelo não mais aceito pela NFL. Ao ver que não poderia mais usar seu modelo de capacete favorito, Brown optou por não comparecer aos treinamentos e ficar de melindre no Twitter.

Depois disso, um problema com uma máquina de crioterapia causou uma séria lesão nos pés de Brown, que ficou de licença médica por mais algum tempo, mas não aliviou no uso da rede social, sempre respondendo os fãs de forma rude e grosseira.

Depois de tanto resistir, os Raiders optaram por dispensar Brown, que acabaria contratado pelos Patriots (sempre eles) apenas horas depois.

Mas não acaba aí. Pouco tempo depois de assinar com os Patriots e inclusive jogar uma partida, acusações de estupro e assédio sexual contra o wide receiver começaram a aparecer, e como ele, de novo, não aliviou no Twitter, os Patriots rescindiram seu contrato.

Desde então, Brown tem mostrado um comportamento errático nas redes sociais, hora xingando a NFL e outros jogadores, hora dizendo que quer voltar a jogar. Mas pelo visto, a carreira de Brown está realmente encerrada devido a seu mau comportamento.

3- Tiger Woods

Até ele arruinar seu casamento, Woods era uma figura muito agradável no PGA Tour. Ele também era aparentemente imbatível. Então tudo desabou e ele se tornou um dos atletas mais desprezados da América.

Em uma série de erros chocantes, Woods arruinou seu casamento, perdeu quase todos os seus patrocinadores, e viu sua saúde ir pela janela, sendo inclusive preso por dirigir embriagado.

Sua foto de presidiário não era a melhor das visões e marcou o fundo do poço para Woods. Desde então, ele se recuperou e até ganhou o Masters de 2019 de maneira épica, mas passou a – e isso não é necessariamente culpa dele – irritar multidões de pessoas quando o presidente Trump lhe concedeu a Medalha Presidencial da Liberdade.

2- Floyd Mayweather

O que há para gostar no Floyd Mayweather? Não pode ser do jeito que ele luta. Seu estilo é chato, previsível e deixa seus fãs entediados e sem o dinheiro que gastaram na compra da luta no PPV.

Não pode ser a personalidade dele. Ele foi acusado e condenado por inúmeras acusações de violência doméstica e agressão. Depois, há seus dois apelidos desagradáveis.

Mayweather começou como “Pretty Boy” Floyd e evoluiu para “Money” Mayweather. Como Pretty Boy, Floyd correu ao redor do ringue evitando a ação. Como Money, ele fez a mesma coisa, mas, ao mesmo tempo, arrecadou um monte de dinheiro para “mega lutas” previsivelmente entediantes.

Em sua defesa, ele ganhou muito dinheiro, títulos e parece realmente gostar da fama que tem. Então tudo bem.

1- O.J. Simpson

Este tem que ser bastante óbvio. Não, ainda não adivinhou por que o Orenthal James Simpson, apelidado de “The Juice”, está nessa lista? Bem, aperte o cinto, porque estamos fazendo um passeio sombrio, triste e breve pela história. Após a glória de seus dias de faculdade na Universidade do Sul da Califórnia e seus Pro Bowls pelo Buffalo Bills, Simpson se envolveu fortemente na atuação.

A atenção da mídia que ele receberia por sua carreira cinematográfica, no entanto, empalideceria em comparação com a atenção que recebeu por seu papel no duplo assassinato de Nicole Simpson, sua ex-esposa e seu amigo Ron Goldman, em 1994.

O julgamento tomou o mundo como uma tempestade e foi um dos maiores eventos dos anos 90. No final, Simpson foi considerado inocente dos assassinatos, mas o estrago à sua reputação, até pela forma como foi inocentado, já estavam feitos.

 

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