Futebol Futebol

Liga dos Campeões: 7 viradas épicas no mata-mata da Champions

10 Feb | BY Betway Insider | MIN READ TIME |
Liga dos Campeões: 7 viradas épicas no mata-mata da Champions

No futebol, nem sempre dá a lógica, principalmente em jogos de mata-mata. Relembre as maiores viradas da história da Champions League

Maior competição de clubes do mundo, a Liga dos Campeões é também um dos torneios mais emocionantes do futebol mundial. Seja no histórico recente da competição, ou na antiga Copa dos Campeões da Uefa, confrontos decisivos já mudaram roteiros que pareciam prontos e trocaram o time classificado nos minutos finais ou de forma inesperada — o que deixou, claro, estádios inteiros incrédulos.

Reviravoltas, resultados improváveis e zebras, aliás, são alguns dos elementos que tornam o futebol o esporte mais popular e assistido do mundo. É por essa imprevisibilidade que a modalidade é tão apreciada muitas vezes.

E a competição de clubes da Europa não foge à regra, mesmo com gigantes do continente (Barcelona, Real Madrid, Liverpool, Manchester United, Bayern de Munique, Milan e outros) sendo amplamente favoritos ao título. Os tradicionais times do Velho Continente, inclusive, já foram vítimas do imponderável do futebol.

Abaixo, relembra algumas das maiores (e mais inesperadas) viradas da história da Liga dos Campeões.

Monaco x Real Madrid (agregado: 5 a 5)

Não se discute o tamanho e tradição do Real Madrid na Liga dos Campeões. Maior campeão do torneio com 13 títulos, o clube merengue geralmente é protagonista em decisões e elimina times de menor expressão por conta da “camisa pesada”.

Só que em 2003/04 a situação foi diferente. O galáctico Real de Zidane, Ronaldo, Beckham, Raul e companhia levou um tombo histórico, registrado até hoje como uma das maiores viradas de todos os tempos na Europa.

Depois de vencer o Monaco por 4 a 2 no jogo de ida, no Santiago Bernabéu, os espanhóis foram para o segundo duelo visando confirmar a vaga na semifinal. Mas o desfecho foi outro: após começar perdendo por 1 a 0 (o que deixava a situação ainda mais complicada), a equipe do Principado, comandada por Giuly e Morientes, virou para 3 a 1 e conquistou a vaga pelo critério do gol fora de casa.

O resultado, bastante improvável, fez o Monaco avançar (5 a 5 no agregado) e ganhar força na semi. O clube acabou com o vice-campeonato daquela edição, perdendo para o Porto de José Mourinho na decisão.

Chelsea x Napoli (agregado: 5 a 4)

Na temporada 2011/12, o Chelsea parecia longe do título inédito de Champions League enquanto André Villas-Boas estava no comando. Depois de uma derrota por 3 a 1 na Itália, o treinador português foi demitido e os Blues juntaram os cacos para a partida de volta.

Com Roberto Di Matteo no banco de reservas, a pedido dos torcedores, o clube do russo Roman Abramovich conseguiu o improvável na Inglaterra. Repetiu o resultado da ida (gols de Drogba, Terry e Lampard) e arrastou a decisão para a prorrogação.

No tempo extra, Ivanovic fez o gol que fechou o placar das oitavas em 4 a 1 e deu fôlego para o Chelsea conquistar o título daquela edição. Benfica, Barcelona e Bayern de Munique foram as vítimas do campeão.

Manchester United 2 x 1 Bayern de Munique

A final da Liga dos Campeões de 1999 foi épica. Após abrir o placar aos seis minutos do primeiro tempo, com Mario Basler, o Bayern travou o jogo contra o poderoso time inglês e parecia pronto para levar mais um título.

Mas a decisão, em jogo único, teve uma reviravolta das mais impressionantes de todos os tempos. Aos 90 minutos do segundo tempo, já entrando no período de acréscimos, o Manchester United teve um escanteio a seu favor e conseguiu colocar a bola na rede: Sheringham completou a cobrança de David Beckham.

Apenas 101 segundos depois do gol de empate, que já foi comemorado efusivamente pelo lado inglês da decisão, o improvável: novo escanteio, novamente Beckham na batida. O craque bateu na primeira trave, Solskjaer se antecipou e virou para 2 a 1. O Camp Nou, estádio do Barcelona e palco daquela final, demorou a acreditar no que se passava em campo.

Deportivo La Coruña x Milan (agregado: 5 a 4)

Verdadeiramente a edição de 2003/04 foi uma das mais malucas da Champions League. Antes da decisão incomum entre Porto e Monaco, o Milan passou por um vexame histórico. Ou melhor, o Deportivo La Coruña protagonizou uma remontada fora de série.

Depois de perder por 4 a 1 na ida, o time mediano da Espanha era carta fora do baralho para a semifinal. Mas a partida de volta preparou uma das viradas mais marcantes do torneio europeu. Pandiani, Valerón, Luque e González anotaram os gols do 4 a 0 em cima do gigante Milan de Dida, Cafu, Maldini, Nesta, Kaká e Shevchenko. Espanhois seguiram na disputa.

Roma x Barcelona (agregado: 4 a 4)

Recentemente, a vítima de uma virada épica foi o Barcelona de Messi. Na Champions de 2017/18, a equipe catalã abriu 4 a 1 na Roma no primeiro duelo de quartas de final, e já estava com um pé na semi.

No jogo de volta, no entanto, o argentino e seus companheiros foram dominados. Dzeko, De Rossi e Manolas, aos 37 minutos do segundo tempo, construíram a vitória que os italianos precisavam: 3 a 0 e classificação garantida pelo gol feito fora de casa.

Liverpool x Barcelona (agregado: 4 a 3)

Alguém lembra de Alexander-Arnold batendo um escanteio rápido e pegando a zaga do Barcelona desmontada? Depois de perder por 3 a 0 na Espanha, com um golaço de Messi de falta, o time de Jürgen Klopp esteve em ritmo fora do normal em Anfield para conseguir uma virada, novamente com o Barça de vítima, no torneio de 2018/19.

Origi e Wijnaldum (duas vezes cada) fizeram os gols do 4 a 0 que mandaram o Liverpool para a final (vencida em cima do Tottenham), já no tempo normal, de forma impressionante.

Barcelona x PSG (agregado: 6 a 5)

Talvez a mais épica virada da Champions League foi em Barcelona x PSG no campeonato de 2016/17. O jogo que culminou em uma reviravolta absurda, aliás, é até hoje visto como uma das maiores exibições da carreira de Neymar.

Vamos ao primeiro jogo: o PSG de Cavani e Di María (ainda sem o camisa 10 da seleção brasileira) dominou o Barça e mostrou que poderia vencer o título inédito: 4 a 0 e vaga praticamente garantida nas quartas de final.

Na volta, um verdadeiro show de Neymar levantou a torcida presente no Camp Nou. O brasileiro colocou a bola embaixo do braço e chamou a responsabilidade mesmo que tivesse Messi como o grande nome do time.

Suárez, Kurzawa e Messi (de pênalti) abriram 3 a 0 e recolocaram o Barça na disputa. Cavani, aos 17 minutos do segundo tempo, diminuiu e praticamente tirou os mandantes do jogo. Afinal, somente uma derrota por cinco gols de diferença tiraria os franceses da Liga dos Campeões.

Então, surgiu Neymar. O brasileiro fez o quarto aos 43 e pegou a bola para bater um pênalti aos 45, sob aprovação de Messi. Ele converteu, fez 5 a 1 e carregou a bola com pressa para o meio para buscar o improvável nos minutos finais.

Chamando o jogo e driblando os jogadores do PSG como se fosse um amistoso, Neymar cruzou (com o pé esquerdo) uma bola espetacular para a área. Já era o quinto minuto do acréscimo, Sergi Roberto deu um carrinho, fez o gol e “derrubou” o estádio. O Barça se classificou com o 6 a 1 na partida de volta.

As oitavas de final da Liga dos Campeões 2020/21 estão em disputa. Será que veremos novas viradas épicas? Quem avança para as quartas? Aposte na Champions League Bets!

TAGS
Betway Insider

Betway Insider

The Insider is an editorial blog for Betway, one of the best betting sites, featuring sporting insight, intelligent comment and informed betting tips for football betting and all other major sports.

Betway Insider

Betway Insider

The Insider is an editorial blog for Betway, one of the best betting sites, featuring sporting insight, intelligent comment and informed betting tips for football betting and all other major sports.