Veja alguns calouros da ‘última classe’ que estão impressionando a NBA já na primeira temporada no melhor basquete do mundo
Todo ano, a NBA e os fãs do melhor basquete do mundo se debruçam diante do das franquias e para ver qual será a primeira escolha e para onde vão os calouros apontados como promessas para o esporte nos Estados Unidos.
Depois da seleção do draft, a expectativa fica para quadra e bola. Diversos fãs da NBA, , acompanham de perto os novos jogadores para ver como eles reagem ao maior nível de basquete do mundo e lidam com momentos de pressão na temporada, mesmo que ainda tenham pouca idade.
Na temporada 2022 da NBA, a última classe do draft tem se destacado bem. A começar pelo fato de que no evento de seleção dos novos jogadores a geração já chamava a atenção.
Ao menos três jogadores eram considerados possíveis ‘primeira escolha’, o que comprova a qualidade da geração em questão. Em quadra, os mais talentosos têm correspondido. Mas não para por aí: vários jovens menos badalados até o momento vão bem na NBA () e conseguem até entregar mais do que se esperava deles.
A seguir, veja quais são os principais calouros da última classe do draft da NBA e como eles estão chamando a atenção e até impressionando a liga que ostenta o melhor basquete do mundo.
Scottie Barnes (Toronto Raptors)
Um ativo da última classe do draft que se destaca na NBA em 2022 é Scottie Barnes. O ala de 2,01m e 20 anos participou de 64 jogos do Toronto Raptors na temporada, com boa minutagem em quadra: até o momento, são 39 minutos por partida. Se nem sempre um calouro consegue protagonismo desde o início, Barnes encaixou em uma franquia competitiva e tem números que ajudam a melhorar o desempenho do time.
São 15.4 pontos, 7.7 rebotes e 3.4 assistências por jogo do ala. Com boa presença defensiva e parte física robusta, o jogador conseguiu encaixar na equipe dos Raptors, que possui jogadores altos, atléticos e versáteis em quadra.
Evan Mobley (Cleveland Cavaliers)
Badalado desde antes do draft, em que era possível candidato à primeira escolha, Evan Mobley chamou a atenção das franquias da NBA por ser um pivô alto (2,11m) e moderno: ou seja, com recursos para jogar em mais de uma posição e atuar fora do garrafão por conta da visão de jogo, bom passe e até drible.
Todas essas características colocam Mobley como favorito ao prêmio de Calouro do Ano, e isso desde o começo da temporada. A presença defensiva em uma das principais franquias no quesito também o faz importante na lista. O Cleveland Cavaliers, aliás, tem sido uma das surpresas do ano.
Outro ponto de destaque é o fato de que o pivô participa do jogo (34.2 minutos em média) e contribui de forma positiva (15.2 pontos, 8.3 rebotes e 2.6 assistências) em uma franquia que tenta vencer seus jogos e impõe pressão a quem está em quadra. A situação é bem diferente de outros calouros que iniciam na NBA em times frágeis e podem jogar mais soltos, à vontade.
Cade Cunningham (Detroit Pistons)
Escolha #1 do último draft, Cade Cunningham chegou à NBA carregado de expectativa, afinal, a primeira escolha de cada evento de seleção carrega esse peso quando entra na liga. E o retorno é positivo neste início. O armador, embora esteja em uma franquia fragilizada, como é o caso do Detroit Pistons, mostra virtudes nas quadras do melhor basquete do mundo.
Cunningham se assemelha aos grandes nomes da modalidade quando tem a bola para agir no perímetro: tem um bom passe e habilita companheiros, mas ainda pontua, arremessando bem como um ala. Chama a atenção o fato de que o jovem jogador, de 20 anos, também seja versátil e possa atuar em diversas posições.
Antes do draft, alguns críticos se preocupavam com a parte física do atleta, receosos de que ele poderia sofrer pela falta de explosão diante dos maiores defensores do mundo. Fato é que a habilidade para driblar, mudar de direção e acelerar o jogo têm compensado o ‘problema’ físico. Por enquanto, são 17.1 pontos de média, além de 5.8 rebotes e 5.4 assistências.
Franz Wagner (Orlando Magic)
O ala Franz Wagner, do Orlando Magic, também é um calouro de destaque na NBA em 2022. Embora não seja tão badalado como os outros nomes da lista, o jogador subiu para a elite do basquete mundial com a expectativa de ser um bom homem para compor elenco e contribuir de forma coletiva. Ainda que não seja protagonista.
Até o momento, ele tem saído melhor do que o esperado. Wagner, um alemão de 2,08m, tem 15.4 pontos de média, além de 4.6 rebotes e 2.9 assistências. Os números são importantes em uma franquia tão fragilizada, e o ala consegue somá-los sem abrir mão de boas ações defensivas.
Josh Giddey (Oklahoma City Thunder)
Há outro gringo na lista de destaques dos calouros da temporada atual da NBA – . Josh Giddey, um ala-armador nascido na Austrália, chegou à NBA como uma incógnita. Havia uma incerteza se ele aguentaria o ritmo do melhor basquete do mundo depois de fazer a base no país da Oceania, mas o fato é que Giddey tem muito recurso e facilidade para anotar triplos-duplos. São quatro no ano, com média de 12.5 pontos, 7.8 rebotes e 6.4 assistências.
Giddey se destaca por ser um excelente passador e por conseguir enxergar o jogo com maior facilidade devido aos 2,03m. Ainda assim, ele está em desenvolvimento e precisa melhorar os arremessos.
Ayo Dosunmu (Bulls) e Herbert Jones (Pelicans)
Outros dois nomes que podem ser considerados destaques entre a turma de calouros são Ayo Dosunmu (Chicago Bulls) e Herbert Jones (New Orleans Pelicans). O primeiro, ala-armador de 1,93m, participou de 67 jogos pelo forte time da Conferência Leste na temporada e soma 8.6 pontos de média. Já Jones é um ala de 2,01m que tem 30 minutos por jogo nos Pelicans. São 9.7 pontos, 3.9 rebotes e 2.2 assistências para o jovem de 23 anos.


















