O Palmeiras é um dos times mais tradicionais do Brasil, com uma história rica e cheia de grandes jogadores que ajudaram a cimentar o clube como um dos maiores campeões do país.

Nomes como Evair, Marcos e Ademir da Guia gravaram seus nomes na história do clube e estão entre os maiores ídolos da história.

Mas quem é o maior ídolo do Palmeiras? Qual é aquele nome que faz o coração do torcedor bater mais forte?

Você poderá escolher entre aqueles que nós consideramos os maiores ídolos do clube, baseados em suas conquistas e identificação com a torcida.

Mas antes de dar seu voto, confira as opções e seus argumentos para serem os escolhidos.

Marcos

Para os palmeirenses mais atuais, é o maior ídolo da história do clube. Fato é que Marcos marcou época com a camisa do Palmeiras. O responsável pela conquista da Libertadores em 1999, depois de fazer “milagres” nas penalidades. A longevidade e títulos, fizeram com que o goleiro fosse “canonizado” como “São Marcos”.

As grandes atuações pelo Palestra levaram Marcos à seleção. E em 2002, o goleiro repetiu os “milagres” com a “amarelinha” e se sagrou campeão do mundo.

Títulos: Campeonato Brasileiro em 1993 e 1994; Campeonato Paulista em 1994, 1996 e 2008; Copa do Brasil em 1998; Copa Mersosul em 1998; Copa Libertadores da América em 1999; Torneio Rio-São Paulo em 2000; Copa dos Campeões em 2000.

Luís Pereira

O melhor zagueiro que já atuou pelo Palmeiras. Luís Pereira era um defensor completo, pois desarmava com qualidade e tinha boa técnica na saída de bola. Também tinha característica de “artilheiro’, já que quando subia para o ataque costumava marcar seus gols. Até hoje é reverenciado por muitos comentaristas de futebol.

Títulos: Campeonato Brasileiro em 1969 (Torneiro Roberto Gomes Pedrosa), 1972 e 1973; Campeonato Paulista em 1972 e 1974

Dudu

Olegário Tolói de Oliveira, conhecido como Dudu, foi um dos maiores volantes que vestiram o manto alviverde. Jogou no Verdão de 1964 a 1976, quando então se tornou treinador do time.

Raça, determinação e disposição para marcar eram qualidades que exalavam em Dudu. No tempo em que jogou no Palmeiras foi capitão do time, muito pelo espírito de liderança que tinha dentro do grupo.

Na final do Campeonato Paulista de 1974 diante do Corinthians, o volante foi protagonizou uma cena de extremo amor à camisa. Depois de levar uma bolada no rosto e ficar descordado, Dudu voltou ao jogo e garantiu o título com uma marcação ainda mais efetiva.

Títulos: Torneio Rio-São Paulo em 1965; Campeonato Paulista em 1966, 1972 e 1974; Campeonato Brasileiro em 1967 (Torneio Roberto Gomes Pedrosa), 1967 (Taça Brasil), 1969, 1972 e 1973.

Ademir da Guia

Simplesmente Divino. Não existe apelido melhor para Ademir da Guia, o jogador que mais vezes vestiu o manto palestrino (903 vezes). O camisa 10 foi o maestro do meio-campo do Palmeiras nas décadas de 60 e 70.

O Palmeiras comandado por Ademir, foi a única equipe capaz de fazer frente ao brilhante time do Santos, que tinha Pelé como astro principal.

Títulos: Campeonato Paulista em 1963, 1966, 1972, 1974 e 1976; Torneio Rio-São Paulo em 1965; Campeonato Brasileiro em 1967 (Torneio Roberto Gomes Pedrosa), 1967 (Taça Brasil), 1969, 1972 e 1973.

Alex

Camisa 10 clássico, que brilhou no Palmeiras entre 1997 e 2002. Apesar de ter sido decisivo no título da Libertadores, Alex é sempre lembrado pelos palmeirenses por um golaço diante do São Paulo. O meia distribui chapéus e anotou um gol de placa no Morumbi contra o rival.

Títulos: Copa do Brasil em 1998; Copa Mercosul em 1998; Copa Libertadores da América em 1999; Torneio Rio-São Paulo em 2000.

Evair

O “matador” alviverde da década de 90, Evair foi imortalizado depois de fazer dois gols na final do Paulistão de 1993 contra o Corinthians. O Alviverde venceu por 4 a 0 e saiu da fila que durava 16 anos sem títulos. O camisa 9 era um exímio cobrador de pênaltis e dificilmente perdia.

Títulos: Campeonato Paulista em 1993 e 1994; Torneio Rio-São Paulo em 1993; Campeonato Brasileiro em 1993 e 1994; Copa Libertadores da América em 1999.

Edmundo

Atacante de raça, como está escrito no hino. O “Animal”, como foi apelidado, está na galeria de ídolos palmeirenses muito pelo o que fez em sua primeira passagem pelo clube.

Edmundo era goleador, mas também tinha habilidade. Uma combinação que foi fatal para os adversários do Palmeiras na época. Retornou ao Verdão em 2006, quando teve apresentou lampejos do jogador que foi na década de 90.

Títulos: Campeonato Paulista em 1993 e 1994; Torneio Rio-São Paulo em 1993; Campeonato Brasileiro em 1993 e 1994.

Dudu

Possivelmente o principal nome da nova era vivida pelo alviverde, Dudu chegou depois que o clube venceu rivais na disputa pelo craque no mercado.

Dudu liderou a equipe e foi o melhor jogador do time em diversas ocasiões e representou o torcedor do Palmeiras no campo quando a equipe mais precisou, sendo decisivo em diversas conquistas da era Crefisa.

E como ele ainda está no clube, 2020 pode significar que sua conta de títulos e a adoração da torcida aumentem.

Títulos: Copa do Brasil em 2015, Campeonato Brasileiro em 2016 e 2018.

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