O tão querido e aguardado Free Fire World Series (FFWS) - ou seja, o mundial do game - contou com duas equipes brasileiras competindo no torneio mais importante da modalidade. Após a fase de play in - considerada um tipo de fase qualificatória do FFWS - em que a Vivo Keyd garantiu sua participação do torneio, as finais que rolaram no último sábado (21) e 12 das melhores organizações de esportes eletrônicos (eSports) de Free Fire (FF) irão competir pelo título de campeã mundial do battle royale da Garena

Os times - que jogam presencialmente na famosa e mais do que paradisíaca ilha resort de Sentosa, localizada em Singapura - também estavam em busca de levantar o troféu do mundial do campeonato e, claro, a uma bolada de premiação total de US $ 2 milhões de dólares, que equivale mais ou menos cerca de  R $ 10 milhões reais na cotação atual do mercado. 

Pensando nos times Mineros eSports (América Latina), Vasto Mundo (Europa), WASK (Médio Oriente e Norte da África), Team Flash (Vietnã), EVOS Phoenix (Tailândia), EVOS Divine (Indonésia) e Farang Esports (Malásia) também foram classificados de forma direta para a disputa, assim como a própria LOUD ao vencer a série A da LBFF (Liga Brasileira de Free Fire) de 2022. 

Desde que os esportes eletrônicos são esportes eletrônicos, sabemos que muitas vezes os favoritos podem não se sair tão bem em torneios ou não entregarem o que a torcida e analistas tanto almejam. Isso abre espaço para equipes que são subestimadas, as famosas underdogs, que foi o caso da própria LOUD no mundial de VALORANT deste ano, o jogo de tiro tático da Riot Games. Porém, mesmo com o título indo para a Attack All Around - que não foi considerada favorita - lembramos que alguns fatores que poderiam ter tornado a LOUD elegível para vencer o Mundial de Free Fire e trazer mais um título para a região brasileiras que já é tão respeitada país afora.

O monstro Kroonos

Quem acompanha de perto o cenário da modalidade mais do que sabe do gigantesco potencial do pro player da LOUD, o Ariano “Kroonos” Ferreira. O jogador profissional que atua no competitivo de Free Fire desde 2019, já passou por duas equipes antes de chegar aos verdinhos, sendo a Golpistas Veteranos (2019) e Keyd (2019 a 2020). 

Integrando a line up da LOUD desde o fim de 2020, o jogador já se provou um dos nomes mais respeitados do cenário por conta de suas jogadas incríveis. Uma das formas de provar o quão bom o jogador é, é que em 2021 venceu o prêmio internacional de jogada do mês no The Esports Awards, considerada a maior premiação dentro do mundo dos eSports. A vitória o deixou elegível para competir na melhor jogada do ano ainda no The Esports Awards ao lado de nomes consolidados no cenário de eSports geral, tais como Jake ‘Virtue’ Grannan (1º lugar) e Oleksandr ‘s1mple’ Kostyliev (2º lugar), deixando a terceira posição para o verdinho. Ou seja, é bom ficar de olho nas jogadas do pernambucano em torneios, sendo que ele é considerado um dos melhores jogadores profissionais do Free Fire brasileiro.

A ascensão de Cauan

O jogador profissional Cauan “Cauan 7” da Silva é outro nome a ser considerado sempre dentro da line up da equipe. Com apenas 18 anos e carreira que teve início em meados de 2021, o pro player ainda é um dos mais novatos do cenário, porém, se provou e mostrou aos fãs e entusiastas do cenário que é extremamente capaz de jogar campeonatos grandes e importantes para a maior organização em fãs de toda América Latina. 

No último torneio conquistado pelo time, o jogador garantiu 7 de 17 abates de todos seus companheiros, sendo considerado um dos mais novos talentos que podem mudar o cenário do game aqui no Brasil. Portanto, é bom ficar de olho nas balas do monstro que definitivamente não está para brincadeira nos próximos campeonatos.

Torcida e equipe apaixonada

Um ponto muito positivo da LOUD ter disputado o mundial é que a organização possui a maior torcida de eSports não apenas do Brasil, mas da América Latina em si. É muito comum ver o time entre os trending topics do Twitter e no topo, seja em streams, números de fãs ou até mesmo o carinho dos que sempre acompanham o trabalho da equipe fundada por Bruno “Play Hard” Bittencourt e Jean Ortega. Além dos próprios jogadores e donos serem extremamente apaixonados por Free Fire, a torcida sempre acaba ajudando em horas decisivas ao dar um apoio moral. E falar que, se dependesse da torcida, a LOUD teria sido campeã do mundial de Sentosa de 2022.

Line up duro osso de roer

Vale lembrar que o time em si na disputa é muito forte. Willian “Noda” de Oliveira, Luan “Lost” Souza e Pedro “Brabox” Assunção - na ausência de William “Will” Moura - são jogadores consolidados no cenário e que sempre representam bem a LOUD. Outro ponto importante é que a comissão técnica é campeã da modalidade mobile e emulador - veja como funciona o cenário emulador do FF -, ou seja, Marcos “Frois” Frois possui é muita experiência a ser passada e compartilhada com a equipe.

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