O Free Fire (FF) tem sido considerado um dos grandes expoentes dos esportes eletrônicos (eSports) nos últimos anos e já virou muito mais do uma febre, se tornando uma verdadeira paixão nacional, com jogadores aficionados dedicando horas e horas à evolução no game.

A prova disso é que em março de 2022, o battle royale da Garena continua sendo o jogo mais baixado para mobile no ano, passando o carro por cima de jogos que também são muito expressivos dentro da comunidade de jogos para celulares, tais como o famoso Unknown's Battlegrounds (PUBG) e o queridinho Roblox. Mas… afinal, você já parou para pensar como que o Free Fire emulador começou a existir? E como o cenário competitivo do game funciona? Pegue seu paraquedas e venha com a gente nessa queda:

O Free Fire emulador

O jogo para celular criado pelo Garena — empresa de plataforma de internet com base em Singapura, na Ásia — teve a fase beta do battle royale para teste da comunidade inicialmente em novembro de 2017. Pouco tempo depois, foi lançado de forma oficial para as plataformas Android e iOS em 4 de dezembro do mesmo ano.

Na época, o gênero era um dos mais jogados entre os gamers após o sucesso do Player PUBG, que inclusive venceu o prêmio de melhor game do ano no mais importante evento de premiação de games do mundo, o Game Awards.

Partindo do princípio de que o estilo battle royale foi criado pela própria comunidade, era só aguardar para que realmente fosse um sucesso e atingisse a comunidade de forma efetiva. Porém, nem todos os jogadores tinham como jogar o PUBG por conta das exigências de máquina para o jogo rodar, impossibilitando os players com menos condições financeiras de aproveitar a mais nova moda entre os apaixonados por jogos.

O Free Fire veio para mudar isso. Com a possibilidade de rodar em praticamente todos os aparelhos celulares, principalmente os que possuíam uma configuração considerada mais fraca, o game chegou às casas de milhões de brasileiros e cresceu de forma exponencial cada vez mais. É de se esperar que alguns jogadores não fossem capazes de se adaptar ao gameplay utilizado por celulares, já que, muitos estavam acostumados a jogar no próprio PC.

Dessa forma, surgiu a ideia de competir no game emulado no computador para jogar no teclado e no mouse, sem precisar utilizar apenas a tela do celular para se divertir. A modalidade diferentona foi crescendo entre os jogadores ao ponto de existirem profissionais que são ótimos na versão mobile e, outros, que conseguem desempenhar uma gameplay de alto nível no desktop, ou seja, em uma das formas mais tradicionais de jogar games.

Surgimento do competitivo

O competitivo tanto mobile, quanto emulador, nasceu em 2019. Enquanto do lado do mobile, a Garena é responsável por gerenciar a Liga Brasileira de Free Fire (LBFF), que teve seu primeiro torneio oficial em fevereiro do mesmo ano. Já no cenário de emulador, quem gerencia campeonatos é a Liga NFA, que além de contar com temporadas de competição entre as maiores equipes de eSports do Brasil, também possui o NFA Awards, responsável por premiar — por voto popular, imprensa, técnicos, staff e pro players —os melhores jogadores profissionais da modalidade nas categorias a seguir:

  • Jogada do Ano
  • Craque da Galera
  • Melhor Organização
  • Personalidade do Ano
  • Melhor Jogadora
  • Melhor Jogador
  • Atleta Revelação
  • Melhor Suporte
  • Melhor Coach
  • Melhor Capitão.

A NFA atualmente é considerada o maior campeonato independente do game, sendo o 3º maior do mundo na modalidade e, claro, o maior torneio independente de esportes eletrônicos do Brasil. A liga foi inicialmente criada com inspiração nos moldes de competição estrangeiros, tais como NFL (National Football League) e NBA (National Basketball Association), do segmento de esportes tradicionais de futebol americano e basquete. A ideia era trazer profissionalização para o competitivo de Free Fire, que surgiu pela paixão que os sócios Bernardo Assad e Marcelo Camargo possuem pelo battle royale da Garena.

Desta forma, o primeiro torneio aconteceu em 1º de maio de 2019, com 12 equipes profissionais e garantindo pico de espectadores de 10 a 15 mil fãs, que cada vez apoiaram mais o cenário emulador.

Em 2019, o campeonato que estreou o competitivo foi a Lifa NFA S1 com a Bastardos como campeã e 27 dias de competições, fazendo que o astro Gabriel “bak” Lessa se tornar o “Rei do Emulador”.

Com a participação das principais organizações do competitivo brasileiro, tais como NOISE (LOUD), Faz o P (paiN Gaming), Dollars (Los Grandes) e Crias (Fluxo), alguns dizem que o competitivo emulador pode estar chegando ao fim, mas é algo que teremos de esperar para ver acontecer.

Vale lembrar que o torneio da Copa NFA conta com transmissão pelos canais oficiais da BOOYAH! e no Youtube, com disputa pela season 1 da Liga NFA de 2022.

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