Filmes pós-apocalípticos são um prato cheio para a arrecadação de bilheteria. Normalmente são filmes recheados de efeitos especiais, mas às vezes eles podem ser bastante simplórios em termos tecnológicos, focando muito mais em um enredo realista.

Mas afinal, de todos os gêneros de filmes apocalípticos, quais teriam mais chance de se tornar realidade? Vamos do menos ao provável.

Meteoro

Filmes de meteoros e asteroides que vão se chocar com a terra são comuns. Se pensarmos mais na ação, Armagedon e Impacto Profundo vêm à mente. Se pensarmos numa situação mais corriqueira, uma boa pedida é Procura-se Um Amigo Para o Fim Do Mundo.

Mas quando falamos sobre este tipo de apocalipse acontecendo na realidade, as chances são baixíssimas. Enquanto milhares de pequenos pedaços de asteroides se chocam com a Terra diariamente e queimam na atmosfera, uma pedra maior realmente tem uma chance calculada por um órgão oficial. A NASA definiu como 0,000333333333% de chance de um meteoro capaz de extinguir a raça humana de se chocar com a terra.

Extraterrestre

As coisas estão começando a esquentar. Nós não temos (ou temos) provas de que há vida fora da terra, mas seria inocente imaginarmos que de todos os milhares de planetas do universo, apenas o nosso consegue suportar vidas, pelo menos como as nossas. Ou alguém disse que aliens precisam de água e oxigênio para sobreviver?

Normalmente, filmes de alienígenas, como o do xenomorfo Alien, não resultam em apocalipses, com suas vítimas não sendo tão numerosas até que os heróis consigam eliminar a ameaça. Mas já imaginou se tivéssemos uma infestação de xenomorfos ou Predadores por estas bandas?

E para piorar, uma notícia de apenas algumas semanas atrás parece confirmar que nós realmente não estamos sozinhos. O governo americano tornará públicos alguns arquivos que falam sobre “veículos recuperados que não são desta Terra”.

Claro, isso é prato cheio para teorias da conspiração. Pode até ser que os alienígenas fossem amigáveis. Mas parece que estamos cada vez mais próximos de descobrir quem são nossos vizinhos de planetas ou sistemas solares.

Juntando tudo isso, diríamos que a chance de um apocalipse extraterrestre como o que vemos em Guerra dos Mundos, tenha uma chance generosa de 0,05%.

Monstros gigantes

Eles são sempre muito aguardados e suas bilheterias normalmente são tão grandes quanto os monstros que vemos nas telas. De dinossauros a lagartos gigantes alimentados por energia nuclear, eles são do tamanho dos mais altos prédios do mundo e levam consigo uma força e raiva destruidoras.

Mas enquanto sabemos que há alguns monstrões soltos por aí, com tubarões de até 7 metros de comprimento, cobras como as que vemos nos filmes da Anaconda, ou até mesmo monstros mitológicos como o do Lago Ness, cuja existência jamais foi provada, mas que tem todo um folclore criado em volta de si, não acho que seria plausível nos prepararmos para uma invasão de monstros jurássicos de proporções colossais.

Para não dizermos nunca, digamos que a porcentagem de aparecer um Godzilla em algum lugar do mundo seja de 0,2%. Claro, nenhum órgão oficial definiu isso, mas é para este tipo de situação que serve a licença poética.

Viral

Após 100 anos da Gripe Espanhola, o mundo atravessa outra crise viral. Os números já são assustadores, mas não devemos atingir a extinção da humanidade, pelo menos não desta vez.

Uma vacina está cada vez mais próxima, o que afasta cada vez mais a probabilidade do coronavírus conseguir varrer a terra. Sua baixa da taxa de mortalidade, de aproximadamente 1%, também colabora com isso.

Por outro lado, desde o início, o mundo não é mais o mesmo e notícias de outros vírus com resistência à humanos sendo monitorados pela OMS aumentam o alerta contra uma nova infecção generalizada.

Enquanto filmes como Contágio, Epidemia e outros abusam de um clima de catástrofe e usam doenças fictícias muito mais letais, a chance de um vírus invisível a olho nu acabar com a humanidade não é tão baixa assim. Digamos que as chances aqui sejam de 1%

Zumbis

Você ficou surpreso por este não ser o menos provável, né? Mas tem explicação.

Enquanto monstros gigantes são muito mais chamativos e provavelmente não teriam nada a ver com o dedo do homem em sua criação, zumbis são outra história.

Claro, eles podem ser diferentes do que já vimos em filmes como Madrugada dos Mortos ou em Walking Dead, mas não se engane, seu poder de infecção poderia atingir níveis globais. E pior: não seria surpreendente se um apocalipse zumbi fosse o resultado de algum experimento bizarro conduzido por humanos. Quem já jogou uma edição de Resident Evil sabe bem do que estamos falando.

E se queremos brincar mesmo com a possibilidade, é bom lembrar que já vimos algo parecido no mundo real. Em 2014, um homem atacou um jovem de 18 anos na Flórida, mordendo seu rosto durante um surto ocasionado por drogas. Os policiais tiveram de recorrer à força letal para salvar a vítima, mas o agressor só caiu após alguns tiros dos policiais. Parece familiar?

Mas fique calmo. Ainda que não seja impossível ocorrer um apocalipse zumbi, suas chances são ridiculamente baixas. Digamos que uns 2% sejam uma probabilidade justa para este cenário.

Climático

Este já é um pouco mais provável, mas também não devemos esperar nada parecido com o que vimos no filme 2012. Não imaginamos que seja um evento catastrófico em escala global, com ondas gigantes e vulcões em erupção simultânea, mas isso não significa que algo não pode ocorrer.

Como já estamos cansados de saber, as mudanças climáticas estão avançando em uma velocidade muito grande e alguns dizem que os danos já são irreversíveis. Alguns episódios, como derretimento de calotas polares ou os incêndios incontroláveis que assolam diversos países são prova de que as coisas estão saindo do controle

E enquanto não acreditamos em um evento único de destruição em massa, este cenário não é tão impossível. Se as coisas continuarem neste ritmo, as chances de algo grande acontecer são de 4%, mas isso se nós, humanos, não acelerarmos e agravarmos o processo.

Nuclear

A chance de um apocalipse nuclear foi altíssima durante a Guerra Fria. Estados Unidos e União Soviética mediram forças durante anos em uma guerra que nunca se tornou real, mas seu fantasma vive até hoje.

Após o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares passar a vigorar em 1970, as coisas deram uma boa acalmada, mesmo que com algumas ameaças tenham sido feitas.

No entanto, a chance de uma guerra nuclear aumentou drasticamente nos últimos anos, após o presidente americano Donald Trump entrar em rota de colisão com o líder russo Vladmir Putin e o ditador norte-coreano Kim-Jung Um, eventualmente retirando os EUA do tratado assinado em 1968.

Com isso, as chances de uma guerra e um consequente inverno nuclear tem aumentado, digamos para 5% de chance de acontecer. É baixo, mas não é tão baixo assim.

Revolução das Máquinas

Sim, o cenário mais provável de um apocalipse não viria de nossas mãos. Bom, pelo menos não diretamente.

Esta é a premissa de Exterminador do Futuro, um filme que fala sobre como as máquinas chegam a tal nível de consciência que se rebelam e dominam a humanidade.

Há quem argumente que isso já acontece, ainda que de forma não-violenta, mas não podemos negar que passamos cada vez mais tempo conectados a máquinas que sabem e aprendem cada vez mais sobre nós.

Momentos como a vitória do computador Deep Blue sobre o campeão de xadrez Garry Gasparov ou a criação de máquinas de guerra automatizadas são demonstrações de que a tecnologia está evoluindo rapidamente e em um curso perigoso. Logo, ela pode estar fora de nosso alcance e controle, e é impossível prever qual o resultado que isso pode ter.

Mas, uma rebelião nos moldes da Skynet teria uma possibilidade de 7,5% de acontecer. Hora de desligar seu computador! 

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