O basquete dos Estados Unidos é o maior e mais tradicional do mundo. É por isso que os melhores jogadores de todos os tempos são norte-americanos e brilharam (ou ainda brilham) na NBA. Mas há também uma série de atletas nascidos em outros países com uma carreira bonita na liga norte-americana.

Entre os atuais estrangeiros da NBA, nenhum tem mais destaque do que Giannis Antetokounmpo. O ala grego de 26 anos do Milwaukee Bucks ganhou os últimos dois MVPs (jogador mais valioso) da liga (2018/19 e 2019/20) e tem o maior salário da história do maior basquete do mundo.

Em dezembro de 2020, Antetokounmpo e Bucks chegaram a um acordo para renovação de contrato por mais cinco anos. O vínculo rendeu US$ 228,2 milhões ao atleta, valor que ultrapassa R$ 1 bilhão e se tornou o maior salário da história da liga.

Seja em salários, números, títulos ou desempenho em quadra, os estrangeiros têm papel importante na história da NBA. Quais são os jogadores ‘internacionais’ com mais pontos, assistências, rebotes, títulos?

Abaixo, a Betway lista os estrangeiros que detêm os recordes das principais estatísticas da NBA, levando em consideração apenas os jogadores nascidos fora dos Estados Unidos e a temporada regular.

Cestinha: Dirk Nowitzki

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Recém-aposentado das quadras (2019), o alemão Dirk Nowitzki fez história na NBA. Com a camisa do Dallas Mavericks, única franquia que defendeu no campeonato, o pivô se tornou ídolo e conseguiu feitos que o colocam entre os melhores estrangeiros de todos os tempos.

Há quem diga, aliás, que Nowitzki é o melhor europeu que já pisou na NBA. Os motivos são óbvios para quem acompanhou o atleta em quadra: com 2,13m de altura, o alemão marcou uma geração sendo um pivô de movimentação e que fazia cesta de 3 pontos.

Ele teve destaque de 1994 a 2019, período em que permaneceu nos Mavericks espaçando a quadra, arremessando de longa distância e com inteligência em quadra. Era a forma com que conseguia compensar o perfil menos atlético e rápido do que os norte-americanos.

Desta forma, portanto, ele se tornou o estrangeiro com mais pontos na NBA, segundo as estatísticas oficiais da liga. Ele registrou 31.560 pontos em 25 anos.

O lendário alemão, campeão e MVP das finais da NBA em 2011, tem no currículo, ainda, o MVP da temporada regular de 2007, 14 participações no All-Star e a marca de sexto maior cestinha de todos os tempos.

Dono do segundo melhor aproveitamento da história em lances livres, ele é um dos raríssimos três jogadores com ao menos 30 mil pontos, 10 mil rebotes, 3 mil assistências, mil roubos e mil tocos.

O talento de Nowitzki também o fez ser eleito o melhor jogador da história da NBA nascido fora dos Estados Unidos em eleição feita pela ESPN norte-americana. Ele desbancou nomes como Hakeem Olajuwon (que aparecerá a seguir) e Patrick Ewing.

Mais cestas de 3 pontos: Dirk Nowitzki

Como dito acima, o alemão não era o típico pivô europeu, pesado e dominante sob a cesta e só. Ele se movimentava, abria o jogo e auxiliava demais a armação do time e as infiltrações dos companheiros. Por muito tempo carregando o status de principal astro do Dallas Mavericks, o atleta também domina outra estatística entre os estrangeiros.

O longo período na NBA (algo que não é muito comum para nascidos fora dos EUA) fez o pivô, que às vezes caía para a ala, anotar 1982 cestas de 3 pontos. Nenhum outro europeu, africano, sul-americano, asiático ou oceânico registrou maior conversão de bolas de longa distância do que o alemão.

Mais assistências: Steve Nash

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Vai um passe aí? Este poderia ser o lema de Steve Nash, que brilhou na NBA de 1996 a 2015. O armador, que nasceu na África do Sul e cresceu no Canadá, lidera o quadro de assistências entre os estrangeiros da liga.

E os 10.335 passes aconteceram em algumas franquias. O pequeno e veloz armador, que dava passes cinematográficos, foi um dos mais brilhantes de todos os tempos na posição. Ele fez grande sucesso na passagem pelo Dallas Mavericks, quando formou uma dupla implacável justamente com Dirk Nowitzki.

A dupla de ‘gringos’ da NBA durou até 2004, quando Nash se transferiu para o Phoenix Suns (franquia em que havia iniciado a trajetória na liga). Ele ainda defendeu o Los Angeles Lakers de 2012 a 2015. Atualmente, atua como técnico da NBA.

Mais rebotes: Hakeem Olajuwon

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O domínio nos rebotes entre os gringos é do nigeriano Hakeem Olajuwon. Primeira escolha no Draft de 1984, o mesmo de Michael Jordan, o pivô de 2,13m rivalizou com Shaquille O’Neal na década de 1990, época em que o debate sobre quem era melhor dominava o noticiário relacionado à maior liga de basquete do mundo.

Defendendo o Houston Rockets, o africano logo dominou o garrafão. Ele se tornou titular do time mesmo com a presença de Ralph Sampson, pivô de 2,24m. MVP da liga em 1994, e MVP das finais em 1994 e 1995, Olajuwon tem dois títulos na carreira, em 18 temporadas na NBA.

As comparações com Shaquille O’Neal tinham justificativa: o nigeriano emplacava pontos e dominava os rebotes. Não à toa, é o recordista estrangeiro com 13.748 sobras de bola nas quadras norte-americanas.

Mais títulos: Manu Ginóbili

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O maior jogador argentino de basquete é Manu Ginóbili. O ala-armador, que marcou presença em 23 temporadas da NBA e tem mais de 1000 jogos na liga, é um dos únicos jogadores a conseguir títulos da NBA, da Euroliga (ele também tem cidadania italiana) e dos Jogos Olímpicos.

A carreira vitoriosa e de números impactantes colocam a lenda do San Antonio Spurs como o atleta estrangeiro com mais títulos na NBA: ele tem 4 conquistas, em 2003, 2005, 2007 e 2014. O talento o colocou ainda duas vezes no All-Star e no All-NBA Team, em 2008 e 2011.

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